sábado, 12 de janeiro de 2013

A dualidade do um

«O mito é o nada que é tudo», escreveu o nosso Fernando Pessoa. E no caso o mito de que o estrelato de Clarice Lispector, ofuscando a discrição de Elisa, sua irmã, poderia ter lançado um ambiente de relação difícil entre ambas ganhou força de mito. O que li mostrou que não tinha de ser assim, o que é meio caminho para não ter sido assim. No encontro que hoje sucede no Rio de Janeiro o tema estará em debate, pela palavra de Jeferson Masson. Informa-o o jornal O Globo, sei-o pelo amigo Ernane Catroli. Pode ler-se aqui.

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