domingo, 14 de outubro de 2012

Quando a língua não separa

 
Em francês, numa livraria dedicada à Bretanha, Clarice e Elisa têm voz. É um sentimento de universalidade, diria comovente. O responsável pelo espaço escreveu-me porque soube desta comunhão de afectos que a língua não separa. A ler aqui.

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